Consultoria em amamentação: saiba a importância deste serviço para mães e bebês

Juliana Machado oferece atendimento na Revitalize, em Paverama, com orientação desde a gestação e acompanhamento diante das dificuldades que podem surgir durante a amamentação.

14/08/2026

Por @ClicdoVale | contato@clicdovale.com.br
Em Saúde e Bem-estar

A amamentação costuma ser associada a um processo natural, mas, na prática, também envolve aprendizado, adaptação e muitas dúvidas para a mãe e o bebê. Dor, fissuras, dificuldade na pega, insegurança em relação à quantidade de leite e dúvidas sobre posições estão entre as situações que podem surgir nesse período.

Em Paverama, Juliana Machado oferece, na Revitalize Clínica de Saúde Integrada, o serviço de consultoria em amamentação. O atendimento pode começar ainda durante a gestação ou ser procurado após o nascimento do bebê, inclusive quando já existem dificuldades.

“Meu objetivo é entender a realidade de cada mãe e bebê, avaliar a mamada, a posição, a pega e as possíveis dificuldades, além de oferecer orientações práticas para tornar esse momento mais confortável e seguro para os dois”, explica Juliana.

A abordagem ganha ainda mais destaque durante o Agosto Dourado, mês dedicado à conscientização, promoção e incentivo ao aleitamento materno.

Consultoria não é somente para quando existe um problema:

Juliana destaca que a busca por orientação não precisa acontecer apenas quando a mãe já está enfrentando dor ou alguma dificuldade.

A consultoria pode ser realizada durante a gestação, preparando a mulher e também sua rede de apoio para os primeiros dias após o nascimento.

“Podemos conversar sobre o que esperar dos primeiros dias, pega, posições, rotina da amamentação, cuidados com as mamas e as principais dificuldades que podem surgir. Não é preciso esperar o problema aparecer. Buscar informação e orientação também é uma forma de prevenção”, afirma.

Durante o atendimento, cada situação é avaliada individualmente. Segundo Juliana, não existe uma única experiência de amamentação que possa ser aplicada a todas as famílias.

“É um momento de escuta, avaliação, orientação e acolhimento, respeitando a individualidade de cada mãe, cada bebê e cada história de amamentação.”

Pega, dor e insegurança estão entre as principais dificuldades:

Entre as situações mais frequentes estão a pega inadequada, dor durante a amamentação, fissuras nos mamilos e dúvidas em relação à produção de leite.

Também podem surgir ingurgitamento mamário, dificuldades para encontrar uma posição confortável, dúvidas sobre ordenha e armazenamento do leite ou simplesmente a insegurança de não saber se o bebê está mamando de maneira adequada.

“Muitas mães chegam carregando uma cobrança muito grande, acreditando que precisam saber naturalmente como amamentar. E, na verdade, a amamentação também é um processo de aprendizado para a mãe e para o bebê”, explica Juliana.

Na consultoria, ela observa a mamada, o posicionamento da mãe e do bebê e a pega, procurando compreender a causa da dificuldade antes de orientar possíveis ajustes.

“Primeiro, procuro entender a causa daquela dificuldade. Avalio a mamada, o posicionamento da mãe e do bebê e a pega, além de orientar ajustes que possam tornar a amamentação mais confortável.”

Nos casos de dor e fissuras, Juliana também utiliza, quando indicado, recursos da fisioterapia que podem auxiliar na recuperação do tecido, sempre considerando a necessidade apresentada em cada atendimento.

Sensação de pouco leite também precisa ser avaliada:

A percepção de que o leite materno não está sendo suficiente é outra dúvida recorrente entre as mães.

Juliana explica que essa sensação precisa ser analisada dentro de todo o contexto da amamentação.

“Quando existe dúvida sobre a produção de leite, é importante avaliar todo o contexto da amamentação, porque nem sempre a sensação de ‘pouco leite’ significa realmente baixa produção.”

A avaliação ajuda a compreender aspectos como a forma como o bebê está mamando, a pega e outros fatores que podem interferir na percepção da mãe.

Rede de apoio também faz parte da consultoria:

O trabalho não envolve apenas mãe e bebê. Para Juliana, orientar quem estará ao lado da mulher durante o pós-parto também é uma parte importante desse processo.

O pai, companheiro ou outra pessoa da família pode participar da consultoria e receber orientações sobre como oferecer suporte de forma efetiva.

“Eu considero muito importante que esse momento não seja vivido somente pela mãe. A amamentação é da mãe e do bebê, mas o cuidado com essa dupla é responsabilidade de toda a rede de apoio”, destaca.

Ela reforça que ajudar nem sempre significa assumir diretamente os cuidados com o bebê.

“Muitas vezes, ajudar não significa pegar o bebê para a mãe descansar, mas preparar uma refeição, cuidar da casa, oferecer água, acolher, ouvir, respeitar o tempo dessa mulher e, principalmente, não julgá-la.”

Quando procurar ajuda?

Não existe um único momento considerado ideal para buscar uma consultoria em amamentação.

O atendimento pode ocorrer ainda na gestação, nos primeiros dias depois do nascimento ou mesmo após semanas ou meses de amamentação.

“A orientação pode ser procurada desde os primeiros dias de vida do bebê, principalmente se houver dor, dificuldade na pega ou insegurança. Quanto antes uma dificuldade for identificada, mais fácil pode ser corrigi-la. Mas também é importante dizer que nunca é tarde para buscar ajuda”, afirma.

Mesmo quando a amamentação já está estabelecida há algum tempo, a avaliação pode ajudar a compreender dificuldades e encontrar novas estratégias.

Agosto Dourado reforça importância do apoio às mães:

Durante o Agosto Dourado, a discussão sobre aleitamento materno também chama a atenção para a necessidade de informação, acolhimento e apoio às mulheres.

Juliana lembra que enfrentar dificuldades durante a amamentação não deve ser tratado como fracasso ou incapacidade da mãe.

“Eu gostaria que toda mãe soubesse que ter dificuldades não significa que ela é menos mãe, que seu corpo falhou ou que ela não está fazendo o suficiente pelo seu bebê.”

Para ela, reconhecer que a amamentação envolve aprendizado pode ajudar a diminuir a cobrança e incentivar a procura por orientação quando necessário.

“Amamentar é um processo que envolve dois aprendizes: mãe e bebê. Você não precisa passar por isso sozinha. Informação, acolhimento e uma rede de apoio preparada podem fazer toda a diferença para que a amamentação seja uma experiência mais leve, segura e possível para cada família.”

A consultoria em amamentação com Juliana Machado é oferecida na Revitalize Clínica de Saúde Integrada, em Paverama, com atendimento para gestantes, mães e famílias que buscam orientação durante as diferentes etapas da amamentação.

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